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giovedì 5 novembre 2015

‘O sapore de’ cerase (Carlo Faiello)

‘O sapore de’ cerase    (Carlo Faiello)




Che  staje  a  ffa’  accussì
pensanno  ‘o  tiempo  ca  nun  va
e  tutto  ‘o  male  ca  ce  sta’
‘ncopp’ ’a  ‘stu  munno  cca…..

e  po’  che  vuo’  cerca’  ‘e  capi’
si  tutto  chello  ca  te  pare
nun  è  sempe  ‘a  verità
stasera  nun  t’ ‘a  piglia’…

‘O  saje  ce  stanno  piazze
addò  se  sente  ancora  addore  ‘e  mare
‘o  mare……. e  che  mare……..
e  alberi  ‘ncantati
ca  de’  ciardini  mannan’ ‘ int’ ‘ e  case    
‘o  sapore  de’  cerase…………………

Che  staje  a  ffa’  accussì

già  è  troppo  assaje  ‘a  malincunia
ca  se  ‘ncontra  ‘nmiez’ ‘a  via……
… tu  chiagne  e  chi  te  sente

e  po’  che  vuo’  cerca’  ‘e  capi’
nisciuno  maje  te  po’  spiega’
pecché  ‘sta  vita  addà  passa’
stasera  lassa  sta’…………

‘O  saje  ce  stanno  piazze

addò  se  sente  ancora  addore  ‘e  mare

‘o  mare……e  che  mare……………
e  alberi  ‘ncantati
ca  de’  ciardini  mannan’ ‘ int’ ‘ e  case
‘o  sapore  de’  cerase…………………



O Sabor das Cerejas (Traduzione di Lea Costa)


Porque estàs assim,
Triste, sempre a pensar
Em todo o ma(a)l que existe,
nesse mundo.

E porqué insistes em entender
Se ne(e)m sempre aquilo que vês,
Ne(e)m sempre è a verdade
Deixa andar!


Sabes que hà praças
Ainda cheias de odor de mar
De mar e que mar!
E arvòres encantadas
Que na primavera perfu(u)mam as casas
Com o sabor das cerejas.


Porque estàs assim
 Não te chega a tristeza
Que encontras na rua.
Se choras, quem te ouve?

E porque insistes em entender,
Nunca ninguém te poderà explicar
O porque de a vida passar.
Deixa andar!


Sabes que hà praças
Ainda cheias de odor de mar
De mar e que mar!
E arvòres encantadas
Que na primavera perfu(u)mam as casas
Com o sabor das cerejas.






domenica 1 novembre 2015

Sfrenata lingua napo-latina

Che bella la nostra lingua!
Io posso essere in napoletano Ciccio,Ciccillo, Franceschiello , Francuccio, Franchetiello ... come in spagnolo Paco, Paquito, Frasco, Frasquito, Franco, Francisco, Chico, Chiquito...

Cobra coral (Caetano Veloso)

Pára de ondular, agora, cobra coral

a fim de que eu copie as cores com que te adornas,
 

a fim de que eu faça um colar para dar à minha amada,

a fim de que tua beleza

teu langor

tua elegância

reinem sobre as cobras não corais


Smetti di ondulare, adesso, corallo serpente

Perché io possa copiare i colori di cui ti adorni

Perché io ne faccia una collana per la mia amata








Perché la tua bellezza

Il tuo languore

La tua eleganza

Regnino sui serpenti, non sui coralli

Onde anda voce

E por falar em saudade
Onde anda você
Onde andam os seus olhos
Que a gente não vê
Onde anda esse corpo
Que me deixou morto
De tanto prazer

E por falar em beleza
Onde anda a canção
Que se ouvia na noite
Dos bares de então
Onde a gente ficava
Onde a gente se amava
Em total solidão

Hoje eu saio na noite vazia
Numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares
Que apesar dos pesares
Me trazem você

E por falar em paixão
Em razão de viver
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares
Na noite, nos bares
Onde anda você

Vinicius de Moraes e Toquinho

Na cadencia do samba (Ataulfo Alves)




Sei que vou morrer, não sei o dia

Levarei saudades da Maria

Sei que vou morrer não sei a hora

Levarei saudades da Aurora

Eu quero morrer numa batucada de bamba
Na cadência bonita do samba

Quero morrer numa batucada de bamba
Na cadência bonita do samba

O meu nome não se vai jogar na lama

Diz o dito popular

Morre o homem, fica a fama

Quero morrer numa batucada de bamba

Na cadência bonita do samba




Se voce jurar (Ismael Silva)





Se você jurar que me tem amor
Eu posso me regenerar
Mas se é para fingir, mulher
A orgia assim não vou deixar
Muito tenho sofrido
Por minha lealdade
Agora estou sabido
Não vou atrás de amizade
A minha vida é boa
Não tenho em que pensar
Por uma coisa à-toa
Não vou me regenerar
A mulher é um jogo
Difícil de acertar
E o home como um bobo
Não se cansa de jogar
O que eu posso fazer
É se você jurar
Arriscar a perder
Ou desta vez então ganhar

Se mi giuri che mi ami
Io posso cambiare
Ma se è per fingere, donna
Allora non lascerò l’ orgia.
Ho sofferto molto per la mia lealtà
Ora che ho saputo
Non andrò oltre l’amicizia
La mia vità è buona
Non ho da pensare
Per una cosa da nulla
Non voglio cambiare
La donna è un gioco
Difficile da centrare
E l’uomo è come un folle
Non si stanca di giocare
Quel che posso fare
È se tu giuri
Rischiare di perdere

O da questa volta vincere