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sabato 31 dicembre 2016

Una mia canzone

Meu Refrão - Chico Buarque de Hollanda (Na Itália 1969)

Quem canta comigo, canta o meu refrão
Meu melhor amigo é meu violão
Meu melhor amigo é meu violão

Já chorei sentido de desilusão

Hoje estou crescido
Já não choro não
Já brinquei de bola, já soltei balão
Mas tive que fugir da escola
Pra aprender a lição

Quem canta comigo, canta o meu refrão

Meu melhor amigo é meu violão
Meu melhor amigo é meu violão

O refrão que eu faço é pra você saber

Que eu não vou dar braço pra ninguém torcer
Deixa de feitiço
Que eu não mudo não
Pois eu sou sem compromisso, sem relógio e sem patrão

Quem canta comigo, canta o meu refrão

Meu melhor amigo é meu violão
Meu melhor amigo é meu violão

Nasci sem sorte 

Moro num barraco
Mas meu santo é forte
O samba é meu fraco
No meu samba eu digo o que é de coração

Quem canta comigo, canta o meu refrão

Quem canta comigo, canta o meu refrão
Meu melhor amigo é meu violão
Meu melhor amigo é meu violão

Una mia canzone (Buarque - Bardotti)


Chi mi vuole bene

Canti insieme a me
Una mia canzone
Che e un po' di me
Una mia canzone
Che e un po' di me
Io piangevo sempre
Di disillusione
Ora sono grande
E non piango mai
Io giocavo a palla
E con l'aquilone
Ma mi tocco scappar da scuola
Per capire la lezione
Chi mi vuole bene
Canti insieme a me
Una mia canzone
Che e un po' di me
Una mia canzone
Che e un po' di me
Le canzoni che faccio
Sono per mostrare
Che nessuno a un laccio
Mai mi prendera
Non potro cambiare
Neanche per magia
Non ho avuto mai orari
Ne padroni in vita mia
Chi mi vuole bene
Canti insieme a me
Una mia canzone
Che e un po' di me
Una mia canzone
Che e un po' di me



La retorica paternalistica e sciovinista di quel periodo non impediva alla RAI di far conoscere alla grande platea televisiva alcui "mostri" della MPB, tra cui il giovane e geniale Chico .






domenica 25 dicembre 2016

Disritmia


Eu quero me esconder de baixo dessa sua saia pra fugir do mundo

Pretendo também me embrenhar no emaranhado desses seus cabelos
Preciso transfundir teu sangue pro meu coração que é tão vagabundo
Me deixe te trazer num dengo pra num cafuné fazer os meus apelos
Me deixe te trazer num dengo pra num cafuné fazer os meus apelos

Eu quero ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo
Que bom é ser fotografado mas pelas retinas desses olhos lindos
Me deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmia

Vem logo vem curar teu negro que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar, vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar teu negro que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar, vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da boemia

Eu quero ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo
Que bom é ser fotografado mas pelas retinas desses olhos lindos
Me deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmia

Vem logo vem curar teu negro que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar, vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar teu negro que chegou de porre lá da bo, lá da boemia
Vem logo vem curar, vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da bo, lá da boemia
Vem vem vem logo vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da bo, lá da boemia
Vem logo vem curar, vem curar teu negro que chegou, que chegou de porre lá da boemia

Me deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmia
Me deixe hipnotizado pra acabar de vez com essa disritmia

Me deixe hipnotizado pra acabar de vez

(Martinho Ferreira)